Higher costs and stronger trade unions for the strongest (recovery) sector of the US economy

map showing state positions of labor unions, b...

Image via Wikipedia

[…]

Manufacturing is the strongest sector of the US economy, growing at an estimated annual rate of 9.1 per cent in the first quarter, compared with 1.8 per cent for the economy as a whole.

Other states with sharply rising manufacturing employment include Wisconsin, Ohio, Indiana and Pennsylvania, with Texas as the best performer in the south.

Mark Perry, professor of economics at the University of Michigan in Flint and visiting scholar at the American Enterprise Institute, described manufacturing industry as “the shining star of the US economic recovery”.

Although the upturn in the industry has begun to create employment, the job gains are small compared with the numbers that have been lost, and economists say a bounceback was almost inevitable given the severity of the decline in 2008-09.

The data are, however, a corrective to the common perception that US manufacturing is inexorably moving away from northern states that have higher costs and stronger trade unions towards southern states, where the workforce tends to be lower-cost and less unionised. […]

read more >>

O capital intelectual

The Student Services Building houses the MSU D...

Image via Wikipedia

 

El capital intelectual (Spanish)

Intellectual Capital (English)

Capitale intellettuale (Italian)

 

O capital intelectual


Jorge Majfud

 

Em 1970, a greve dos operários da General Motors reduziu o PIB dos Estados Unidos em cerca de 4%, e acredita-se que foi esta a razão dos míseros 2% de crescimento experimentados pelo país nos anos seguintes.

Hoje, a decadência de todas as indústrias automotivas dos Estados Unidos apenas incide em um ponto porcentual. A quase totalidade do PIB é representada por serviços, o setor terciário. Neste setor, a produção intelectual derivada da educação é crescente. Sem mencionar que, hoje, quase nada se produz sem a intervenção direta das invenções informáticas mais recentes derivadas da academia, desde a produção agrícola nos países exportadores até a indústria pesada, majoritariamente estabelecida em países chamados de emergentes ou em vias de desenvolvimento.

Durante grande parte do século XX, cidades como Pittsburgh, na Pensilvânia, floresceram como centros industriais. Rica e suja, esse tipo de urbe foi uma herança da revolução industrial. Hoje, é uma cidade limpa que vive e é reconhecida por suas universidades.

No último ano, o chamado research corridor de Michigan (consórcio formado pela University of Michigan e a Michigan State University) aportou 14 bilhões de dólares ao Estado só com os benefícios diretos gerados por suas invenções, patentes e pesquisas. Estes benefícios aumentaram no último ano e ainda mais em proporção em um Estado que foi a casa das grandes montadoras do século XX, hoje em decadência.

Ou seja, uma parte dos benefícios diretos derivados da produção de “capital intelectual” de uma universidade no 27º lugar e outra no 71º do ranking nacional dos Estados Unidos soma, em um ano, o mesmo capital monetário que o produzido por um país como Honduras. Este fator de produção intelectual explica, em grande parte, por que só a economia da cidade de Nova York e sua área metropolitana equivale a toda a economia da Índia (em termos nominais internacionais, não de compra interna), um país com mais de um bilhão de habitantes e um grande crescimento econômico graças a sua produção industrial.

Hoje, 90% do PIB dos EUA derivam de bens não manufaturados. O valor monetário de seu capital intelectual é de 5 trilhões de dólares – quase 40% do PIB total -, o que por si só equivale a todas as áreas juntas da dinâmica economia da China.

Se o império americano, como todos os impérios que surgiram e surgirão, pirateou de formas diretas ou indiretas as matérias-primas de outros países, não é menos certo que durante muito tempo e sobretudo hoje os países emergentes e a emergir pirateiam grande parte dos direitos autorais de invenções norte-americanas. Para não mencionar que só a falsificação de marcas norte-americanas rouba aos produtos originais 200 bilhões de dólares por ano, o que supera de longe o PIB total de países como o Chile.

Observando esta realidade, podemos prever que o maior risco dos países emergentes é apoiar seu atual desenvolvimento na exportação de matérias-primas; e o segundo é confiar na prosperidade industrial. Se os países emergentes não tratarem de investir com força na produção intelectual, confirmarão, talvez em uma década ou duas, a divisão de trabalho internacional que sustentou as grandes diferenças econômicas durante os séculos XIX e XX.

Agora está na moda proclamar na mídia do mundo todo que os Estados Unidos estão acabados, quebrados, a três passos da desintegração em quatro países, a dois passos da ruína final. Tenho a impressão de que a metodologia de análise não é de todo precisa, porque, assim como o próprio Ernesto Che Guevara criticava quem elogiava a eficácia da produção industrial socialista ante a capitalista, confunde-se desejo com realidade. O próprio Guevara reclamava que esta paixão impedia uma crítica objetiva ou impedia a percepção de que seu objetivo não era simplesmente a maior produção de coisas.

Quando se fazem prognósticos sobre o ano 2025 ou 2050, em grande medida projeta-se o presente sobre o futuro subestimando as inovações radicais que até mesmo um status quo prolongado pode produzir. No início dos anos 1970, os analistas e presidentes como o próprio Richard Nixon estavam convencidos de que o surgimento e a vitória final da União Soviética sobre os Estados Unidos eram inevitáveis. Os anos 1970 foram anos de recessão e derrotas políticas e militares para o império americano.

Creio que, desde o fim do século passado, todos concordamos que este será um século de maiores equilíbrios internacionais. Não necessariamente mais estável; talvez o contrário. Será um bem para o povo norte-americano e sobretudo para a humanidade que este país deixe de ser a potência arrogante que foi durante grande parte de sua história. Os EUA têm muitos outros méritos aos quais dedicar-se, como também demonstra a história: um povo de inventores profissionais e amadores, de prêmios Nobel, um excelente sistema de universidades e uma classe de intelectuais que abriu caminhos nas mais diversas disciplinas, das humanidades às ciências.

O dramático crescimento do desemprego nos Estados Unidos é a melhor oportunidade de acelerar esta reconversão. Em todas as classificações internacionais, as universidades norte-americanas ocupam a maior parte dos primeiros 50 lugares. Este monopólio não pode ser eterno, mas é ali que se encontra seu principal capital.

-Jorge Majfud, Lincoln University.

2009

 

Latinos Nix Violence

Latinos Nix Violence

Harvard Magazine

First-generation immigrants are more likely to be law-abiding than third-generation Americans of similar socioeconomic status, reports Robert Sampson, Ford professor of the social sciences. These new findings run counter to conventional wisdom, which holds that immigration creates chaos. The prevailing “social disorganization theory” first gained traction in the 1920s and ’30s, after the last big wave of European immigrants poured into the United States. Scholars have maintained that the resulting heterogeneity harmed society. “They weren’t saying that this was caused by any trait of a particular group,” Sampson explains. “Rather, they were saying that lots of mixing would make communication accross groups difficult, make it hard to achieve consensus, and create more crime.”

Yet in Sampson’s recent study, first-generation Latino immigrants offer a particularly vivid counterexample to this common assumption. “They come into the country with low resources and high poverty, so you would expect a high propensity to violence,” Sampson says. But Latinos were less prone to such actions than either blacks or whites—providing the latest evidence that Latinos do better on a range of social indicators, a phenomenon sociologists call the “Latino paradox.”

With colleagues Jeffrey Morenoff of the University of Michigan and Stephen Raudenbush, now of the University of Chicago, Sampson followed 3,000 young people in 180 Chicago neighborhoods from 1995 to 2002. They ranged in age from eight to 25, and came from a full range of income levels and from neighborhoods with varying degrees of integration. Chicago was a deliberate choice: “We felt it was representative of where the country was going,” Sampson explains. The number of Mexican immigrants in the city skyrocketed in the 1990s, and immigration from Poland and Russia also increased, creating an almost equal three-way split in Chicago’s general population among whites, blacks, and Latinos.

During the course of their study, Sampson and his colleagues periodically interviewed the young people on a range of subjects, including asking whether they had been involved in such violent acts as fighting or robbery. The researchers supplemented this data with census, crime, and poverty statistics, and with a separate survey that asked 9,000 Chicago adults about the strength of social networks in their neighborhoods. The investigators then developed mathematical models to determine the probability that a given child would engage in a violent act, and to understand which factors raised or lowered his or her likelihood of violence.

Sampson was surprised to discover that a person’s immigrant status emerged as a stronger indicator of a dispropensity to violence than any other factor, including poverty, ethnic background, and IQ. “It’s just a whopping effect,” he says. Of people born in other countries, he notes, “First-generation immigrants are 45 percent less likely to commit violence than third-generation immigrants, and second-generation immigrants are about 22 percent less likely [to do so] than the third generation.” Mexican Americans were the least violent among those studied, in large part because they were the most likely to be first-generation immigrants, Sampson adds. The study also revealed that neighborhoods matter. “Kids living in neighborhoods with a high concentration of first-generation immigrants have lower rates of violence,” he explains, “even if they aren’t immigrants themselves.”

[…]

read more >>

~Erin O ’Donnell