Gramatica portuguesa

O Globo:

“Entre as ‘blue chips’, ações mais negociadas na Bovespa, Petrobras ON desceu 1,45% (a R$ 27,05) e Petrobras PN teve queda de 1,22%, a R$ 24,10. OGX Petróleo ON registrou perdas de 0,13%, a R$ 14,90.”

{…} “O setor de construção civil respondeu pelas maiores baixas no dia: as ações da Rossi Residencial se depreciaram em 6,06% (a R$ 13,32) e os papéis da PDG Realty caíram 4,61% (a R$ 9,09). “

[…] “Em Londres, o índice FTSE 100 ganhou 1,07%, para 5.923 pontos; em Paris, o CAC 40 avançou 0,92%, para 3.978 pontos; e em Frankfurt, o DAX subiu 0,65%, para 7.304 pontos” […]

(Fuente>>)

“RIO – Com o mercado de olho na alta da inflação chinesa, na dívida grega e na queda dos preços das commodities, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera no vermelho e acentua a queda nesta quarta-feira. Por volta das 15h (horário de Brasília), o Ibovespa descia 1,59%, aos 63.843 pontos, com giro financeiro de R$ 3,984 bilhões. O Ibovespa futuro tinha queda de 1,51%, aos 64.350 pontos.

No câmbio, o dólar comercial avançava 1,05%, cotado a R$ 1,622 na venda. O dólar futuro tinha apreciação de 1,24%, a R$ 1,631.”

[…]

“Nos EUA, o índice Dow Jones cai 1,37%; o Nasdaq se desvaloriza em 1,32% e o S&P500 recua 1,44%.” (Fuente>>)

¿No es más fácil y simple decir (por ejemplo)?:

“Nos EUA, os principais índices caem: o Dow Jones 1,37%, o Nasdaq 1,32% e o S&P500 1,44%.” 

Los prescribistas castellanos tenian la misma manía: buscar una coleccion de sinonimos para no repetir la misma palabra sin observar que cuando se repite la misma palabra inecesariamente es porque hay un problema de estructura gramatical.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

El Observador de Montevideo (5 de setiembre de 20110):

Fuertes caídas en bolsas europeas por temor a una recesión global

17:12 | Fráncfort bajó un 5,28 %, Milán se dejó un 4,83 %, París perdió un 4,73 %, Madrid cedió un 4,83 % y Londres lo hizo un 3,58 %.

 

 

 

 

 

 

Emir Sader cai sem assumir Casa de Rui Barbosa após críticas à ministra da Cultura, Ana de Hollanda

Emir Sader apoia Dr. Rosinha

Image by Dr. Rosinha via Flickr

RIO – O Ministério da Cultura informou nesta quarta-feira que o sociólogo Emir Sader não vai mais assumir a presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa, conforme antecipou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois . A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, desistiu de nomeá-lo depois queSader a chamou de autista em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo“. Em nota, o ministério informou que o nome do novo dirigente será anunciado em breve.

( Leia o artigo de Elio Gaspari criticando a indicação de Emir Sader para o cargo )

O sociólogo foi indicado pelo PT para a presidência da fundação, mas a nomeação não chegou a ser publicada no Diário Oficial. A fundação é vinculada ao Ministério da Cultura. Antes da escolha de Ana de Hollanda, Sader era cotado para assumir o comando do ministério.

Na entrevista, Sader criticou o comportamento supostamente passivo de Ana de Hollanda diante dos cortes no orçamento do ministério.

“Desde março não se repassou nada aos Pontos de Cultura. Teve uma manifestação em Brasília (contra os cortes). Está estourando na mão da Ana porque ela fica quieta, é meio autista”, disse o sociólogo à “Folha”.

Ele também teria desdenhado das críticas de Caetano Veloso às suas supostas “cantilenas” contra a mídia e em defesa de petistas acusados de envolvimento com o mensalão. Segundo Sader, Caetano “é conservador, ziguezagueia e fala qualquer coisa”. O ex-ministro Gilberto Gil seria muito mais articulado e coerente que o colega compositor.

Num texto divulgado no blog que mantém na internet, Sader negou que tenha criticado a futura chefe. “As referências, antes de tudo à ministra da Cultura, mas também ao Gil e ao Caetano, apareceram de forma totalmente deturpada”, disse Sader.

Segundo ele, “não houve intenção nenhuma de desqualificação, seguir polemizando nesses termos é ser vítima desse tipo de matéria, de que todos já fomos vítimas: dizer que disseram que alguém disse”.

O sociólogo provocou ainda reação nos meios intelectuais ao anunciar, numa entrevista ao GLOBO, um redirecionamento dos estudos e pesquisas patrocinadas pela fundação.

[…]

[Fuente O Globo: >>]